segunda-feira, 17 de agosto de 2009
As Motas da Minha Vida.
As motas que passaram pela minha mão. Aquelas de que, por algum tempo fui (ou sou) proprietário.
A minha primeira motocicleta, a Suzuki DR Big 50, era uma porcaria mas com muito bom aspecto. Fabricada na vizinha Espanha, tinha uma motorização fraquinha e com muita vibração. Adquiri-a na década de 90 (não sei precisamente quando) e serviu como iniciação. Vendi-a.
Depois de tirar a carta de moto, andei uns tempos com uma Yamaha dtlc 125 YPVS emprestada, uma grande máquina que me deixou saudades. Quando tive que devolver essa mota, optei pela compra de uma Yamaha Virago 250. Como era adepto de Customs pareceu-me a entrada mais acessível a este universo. Foi uma boa compra e em nada me arrependo. Usei, desfrutei e vendi para comprar uma como a foto seguinte.
Como adepto de customs, não será de estranhar que o alvo a conquistar seria uma Harley Davidson. E assim foi, uma boa oportunidade, adquiri uma FXSTC Softail Custom de 1340cc usada mas em óptimo estado e com alguns extras. Foi o realizar de um sonho (adquirida na década de 90), e de certa forma, pensei que seria o culminar da minha relação com as motas. Mas não foi. Ao fim de alguns anos, e por motivos que não interessa referir, vendi-a. Partiu-me a alma, e ainda hoje me doi pensar nisso. Tentei por um ponto final na minha vida de motociclista, vendi-a para nunca mais querer ter mais motas.
Como se pode verificar, não consegui me desligar desse mundo, só por algum tempo! eh,eh! Ao fim de alguns anos sem motas, comprei uma Yamaha Blaster 200. É um brinquedo que me dá muita diversão e que ainda guardo. Como a minha intenção não era andar na estrada mas sim nos montes achei que não faria mal comprar este bicho.
Durante esta década (inicio do século XXI), começo a frequentar os salões de automoveis e motos antigas e os problemas começam ai. Ver tanta coisa bonita faz crescer os desejos de possuir um clássico, seja ele de 4 ou 2 rodas. Numa dessas ditas feiras, quebro a minha promessa de não ter mais motas e abro a carteira... venha esta Vilar 125cc de motor Britânico Villiers. Mota nacional de 1953 em fraco estado e cuja recuperação me está a provocar muitas dores de cabeça e de carteira.
Já com o bicho dos clássicos a fermentar no corpo acabo por adquirir esta Peugeot 57TC de 1955 (125cc) de matrícula francesa mas sem documentos. A mota estava em tão bom estado para restauro que não resisti. A questão é que tentei legalizar a mota durante algum tempo sem sucesso. Como não consegui acabei por vender. Tive pena, mas não posso ficar com uma mota de bibelô.
Com o bicho dos clássicos em 'Full-Power', faço uma viagem considerável para comprar uma IWL Berlin. Este passo foi uma tragédia porque o negócio correu bastante mal. Foi um negócio com contornos patéticos e incriveis, tive-a durante algumas semanas até o negócio ser desfeito e o anterior dono a vir buscar.
Depois de dois negócios frustrados, acabo por me lançar na compra de uma Casal Carina de 49cc e de 1969 o ano do meu nascimento. Está mais ou menos completa mas a precisar de levar algumas peças novas. Material suplente é dificil de arranjar mas acho que tive sorte porque devo conseguir tudo o que necessito. Vai ser alvo de recuperação entre 2009/2010.
Entretanto, em Outubro de 2009, lanço-me na compra de uma Benelli bicilindrica de 125cc. Gostei do design da moto, da carenagem e tambem do preço. Tinha-me dedicado a pô-la funcional, muito lentamente, e era para ser alvo de restauro, mas, por vários motivos, acabou poor ser vendida em Maio de 2011.
Em 2010, encontro esquecida num armazem de um concessionário aqui em Braga esta Fundador MRE50. Não tinha sido vendida, irresistivel!
Tambem em 2010, invisto nesta magnifica máquina de 1932, uma Motobécane B4 de 350cm3. O preço foi bastante em conta e para além da legalização e da reparação do motor não preciso de fazer mais nada.
Entretanto, no mesmo ano, acabo por engraçar com esta Macal M50 de senhora ...
E é tudo, para já! Actualmente tenho as 6 que descrevi, a Blaster, a Vilar e a Casal Carina, Fundador, Macal M50 e a Motobécane. No entanto, é bem provavel que isto não fique por aqui.
Etiquetas:
As Motos da Minha Vida,
Benelli,
Casal Carina,
Clássicos,
Motas,
Vilar,
Vilar 125,
Villiers
Peças da Vilar 125cc Prontas para a Pintura.
Suporte do farol de trás e matricula novo, apoios do motor feitos de novo e a tampa da corrente com suporte de bomba de encher feito de acordo com umas fotos que tirei de uma outra Vilar.
Provavelmente a peça mais dificil que foi feita, o suporte superior da coluna de direcção. Ficou um espectáculo.
Os guarda-lamas depois de reconstruidos. Um deles teve que ser aumentado já que estava muito curto.
O quadro depois de reparado e desempenado.
Carburador da Vilar 125cc (Villiers S19)
O carburador não estava completo mas nada de grave, além disso, é necessário substituir algumas peças. Considerando que se arranja material facilmente e não é caro fiquei mais descansado.
Algo que nunca deve acontecer, aconteceu-me, perdi algumas peças do carburador. Não faço ideia do que lhes fiz mas nunca mais as vi e já lá vão diversos meses. É uma incógnita que me vai ficar cara. Paciência














Algo que nunca deve acontecer, aconteceu-me, perdi algumas peças do carburador. Não faço ideia do que lhes fiz mas nunca mais as vi e já lá vão diversos meses. É uma incógnita que me vai ficar cara. Paciência














Subscrever:
Mensagens (Atom)




















