quarta-feira, 17 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
PROJECTO LIMPAR PORTUGAL, dia 20 de Março 2010
Mudando o assunto para algo mais sério, e por ser um projecto que acho por demais valioso, deixo aqui uma transcrição textual do que pretende ser o PROJECTO LIMPAR PORTUGAL.
"Vivemos num país repleto de belas paisagens mas, infelizmente, todos os dias as vemos invadidas por lixo que aí é ilegalmente depositado.

Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com dezenas de milhares de voluntários registados.
Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, no dia 20 de Março de 2010, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.
Muito ainda há a fazer, pelo que toda a ajuda é bem vinda!
Quem quiser ajudar como voluntário só tem que consultar o sítio do projecto na internet, www.limparportugal.org, onde tem toda a informação de como o fazer.
O projecto Limpar Portugal também está aberto a parcerias com instituições e empresas, públicas e/ou privadas, que, através da cedência de meios (humanos e/ou materiais à excepção de dinheiro) estejam interessadas em dar o seu apoio ao movimento.
No dia 20 de Março de 2010, por um dia, vamos fazer parte da solução deixando de ser parte do problema.
“Limpar Portugal? Nós vamos fazê-lo! E tu? Vais ficar em casa?"
"
(texto retirado do site 'Limpar Portugal')
"Vivemos num país repleto de belas paisagens mas, infelizmente, todos os dias as vemos invadidas por lixo que aí é ilegalmente depositado.

Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com dezenas de milhares de voluntários registados.
Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, no dia 20 de Março de 2010, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.
Muito ainda há a fazer, pelo que toda a ajuda é bem vinda!
Quem quiser ajudar como voluntário só tem que consultar o sítio do projecto na internet, www.limparportugal.org, onde tem toda a informação de como o fazer.
O projecto Limpar Portugal também está aberto a parcerias com instituições e empresas, públicas e/ou privadas, que, através da cedência de meios (humanos e/ou materiais à excepção de dinheiro) estejam interessadas em dar o seu apoio ao movimento.
No dia 20 de Março de 2010, por um dia, vamos fazer parte da solução deixando de ser parte do problema.
“Limpar Portugal? Nós vamos fazê-lo! E tu? Vais ficar em casa?"
"
(texto retirado do site 'Limpar Portugal')
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Projecto Limpar Portugal
quarta-feira, 3 de março de 2010
Banco para a Lowrider
Com a primavera quase a bater à porta, creio estar na altura de pegar num projecto meu que comecei à mais de um ano mas que teve alguns percalços
Uma das minhas paixões, são as bicicletas, e tinha decidido construir uma estilo Lowrider para oferecer à minha filha, utilizando várias peças que ia arranjando. Quando estava quase a culminar a sua construção, surgiram dois problemas que forçaram que este projecto fosse “encostado”. Em primeiro lugar, apercebi-me tarde que a bicicleta, de rodado 24” iria ser demasiado grande para a estatura da minha filha e em segundo lugar, devido a uma forqueta hiper-curva que utilizei, a pedaleira batia no chão o que tornava a bicicleta impossível de se conduzir.
Volvido mais de um ano sobre essa fase, acho que posso voltar à carga e tentar, sem stress, resolver esse problema técnico. Entretanto, decidi também alterar o visual da bicicleta que não era muito próprio para uma menina (à base de cromados, preto e branco) e vou decapar tudo e pintar.
Como primeiro acto desta fase decidi trocar o banco que era branco por um mais ‘ameninado’. Vai daí, lembrei-me que em tempos li num fórum que alguém tinha descoberto uma casa que ainda tinha este tipo de bancos com um padrão à flores. Imaginei que volvido tanto tempo já não teria sorte de arranjar um, mas, não só arranjei um como arranjei também a curva de escape para a minha motorizada Casal Carina que publiquei no post anterior. O próximo passo é resolver o caso da pedaleira.
Vejam lá se o banco não é bonito!



Apesar da quantidade de anos que o banco deve ter (muitos), não têm qualquer ponta de ferrugem e o tecido (plastificado), que estava com uma boa dose de humidade e verdete, ficou completamente novo depois de limpo com...dodotes.
Uma das minhas paixões, são as bicicletas, e tinha decidido construir uma estilo Lowrider para oferecer à minha filha, utilizando várias peças que ia arranjando. Quando estava quase a culminar a sua construção, surgiram dois problemas que forçaram que este projecto fosse “encostado”. Em primeiro lugar, apercebi-me tarde que a bicicleta, de rodado 24” iria ser demasiado grande para a estatura da minha filha e em segundo lugar, devido a uma forqueta hiper-curva que utilizei, a pedaleira batia no chão o que tornava a bicicleta impossível de se conduzir.
Volvido mais de um ano sobre essa fase, acho que posso voltar à carga e tentar, sem stress, resolver esse problema técnico. Entretanto, decidi também alterar o visual da bicicleta que não era muito próprio para uma menina (à base de cromados, preto e branco) e vou decapar tudo e pintar.
Como primeiro acto desta fase decidi trocar o banco que era branco por um mais ‘ameninado’. Vai daí, lembrei-me que em tempos li num fórum que alguém tinha descoberto uma casa que ainda tinha este tipo de bancos com um padrão à flores. Imaginei que volvido tanto tempo já não teria sorte de arranjar um, mas, não só arranjei um como arranjei também a curva de escape para a minha motorizada Casal Carina que publiquei no post anterior. O próximo passo é resolver o caso da pedaleira.
Vejam lá se o banco não é bonito!
Apesar da quantidade de anos que o banco deve ter (muitos), não têm qualquer ponta de ferrugem e o tecido (plastificado), que estava com uma boa dose de humidade e verdete, ficou completamente novo depois de limpo com...dodotes.
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Bicicletas,
Lowrider Custom
terça-feira, 2 de março de 2010
Casal Carina, a curva de escape
Ao fim de diversos meses de procura, diversos anúncios, contactos e umas quantas feiras de clássicos, eis que me surge uma curva de escape para a minha Casal Carina.
Este tipo de situações caricatas não deixa de me pasmar. Fui a um comerciante de peças para motorizadas daqueles já com muitos anos de existência, algo que já fiz muitas outras vezes, mas que desta vez teve um efeito inesperado. Fui procurar um selim para uma bicicleta e por descargo de consciência, como quem não quer nada, pergunto se por ventura teriam uma curva de escape para Carina (?). Passados 5/10 minutos, o cavalheiro, para meu descrédito, surge-me com uma novinha em folha. Não sei quantos anos deverá ter esta peça mas está sem qualquer ponta de ferrugem.
Por ser artigo raro, e francamente por não estar à espera disto, só me saiu a frase “têm a certeza que é para a Carina?”. Apesar de não conhecer as curvas da peça de cor creio que esta tem uma curvatura muito particular que a distingue e o selo lá colado não engana.


Este tipo de situações caricatas não deixa de me pasmar. Fui a um comerciante de peças para motorizadas daqueles já com muitos anos de existência, algo que já fiz muitas outras vezes, mas que desta vez teve um efeito inesperado. Fui procurar um selim para uma bicicleta e por descargo de consciência, como quem não quer nada, pergunto se por ventura teriam uma curva de escape para Carina (?). Passados 5/10 minutos, o cavalheiro, para meu descrédito, surge-me com uma novinha em folha. Não sei quantos anos deverá ter esta peça mas está sem qualquer ponta de ferrugem.
Por ser artigo raro, e francamente por não estar à espera disto, só me saiu a frase “têm a certeza que é para a Carina?”. Apesar de não conhecer as curvas da peça de cor creio que esta tem uma curvatura muito particular que a distingue e o selo lá colado não engana.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Citroen 2CV Fourgonnette
Uma curiosa miniatura que, se não me falha a memória, foi uma oferta da Fnac na compra de outros artigos. Trata-se do furgão 2CV da Citroen, veiculo utilizado pelas personagens Spirou e Fantásio no livro de Banda Desenhada "Gorilas na Bruma". Ao longo de mais de 50 anos de aventuras do Spirou e Fantásio, é fácil de deduzir que eles utilizaram uma vasta gama de veículos. Oportunidade que a 'Edições Atlas' aproveitou para realizar uma colecção com os veículos à escala 1/43 que surgem nos diversos álbuns.


Artigo: Citroen 2CV Fourgonnette
Série: Les Voitures de Spirou et Fantasio
Fabricante: n/d
Material: Plástico/Metal
Escala: 1/43
Ano: 2006?




Artigo: Citroen 2CV Fourgonnette
Série: Les Voitures de Spirou et Fantasio
Fabricante: n/d
Material: Plástico/Metal
Escala: 1/43
Ano: 2006?

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Citroen,
Miniaturas Carros
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Borrachas para o depósito da Vilar
Não me canço de afirmar que a net é um dos maiores feitos da humanidade, aqui está mais um caso a comprová-lo;
As borrachas do depósito da Vilar são, provavelmente, absolutamente impossíveis de conseguir, só restando como alternativa a aquisição de umas parecidas. Tarefa essa, que mesmo assim, não é propriamente fácil considerando a forma e tamanho das mesmas. Não existe muito por onde escolher, vai daí, foi uma das coisas que deixei para o fim do restauro mas sempre sem deixar de estar atento a tudo o que me ia surgindo pela frente.
Por casualidade, num fórum de clássicas Britânico, leio um post de um Inglês que fazia vários tipos de borrachas por medida para depósitos. Após entrar em contacto com ele e explicar o que pretendia, ele sugere-me a utilização das borrachas de uma Norman, borrachas essas que levam o logo da Norman mas que ele conseguia reproduzir sem o mesmo. Esses encostos para os joelhos são do mesmo formato dos originais utilizados pela Vilar e são quase do mesmo tamanho, talvez alguns milímetros mais pequenos mas com os encaixes exactamente iguais.
Se comparar-mos as fotos, a diferença não é muita e é o melhor que se consegue.
Vale a pena ficar com esta informação preciosa:
JEFF HUNTER ENGINEERING ‘Specialising in Reproduction Rubber Components to Original Specifications’
jeffalanhunter@aol.com
A NORMAN

A VILAR


As borrachas do depósito da Vilar são, provavelmente, absolutamente impossíveis de conseguir, só restando como alternativa a aquisição de umas parecidas. Tarefa essa, que mesmo assim, não é propriamente fácil considerando a forma e tamanho das mesmas. Não existe muito por onde escolher, vai daí, foi uma das coisas que deixei para o fim do restauro mas sempre sem deixar de estar atento a tudo o que me ia surgindo pela frente.
Por casualidade, num fórum de clássicas Britânico, leio um post de um Inglês que fazia vários tipos de borrachas por medida para depósitos. Após entrar em contacto com ele e explicar o que pretendia, ele sugere-me a utilização das borrachas de uma Norman, borrachas essas que levam o logo da Norman mas que ele conseguia reproduzir sem o mesmo. Esses encostos para os joelhos são do mesmo formato dos originais utilizados pela Vilar e são quase do mesmo tamanho, talvez alguns milímetros mais pequenos mas com os encaixes exactamente iguais.
Se comparar-mos as fotos, a diferença não é muita e é o melhor que se consegue.
Vale a pena ficar com esta informação preciosa:
JEFF HUNTER ENGINEERING ‘Specialising in Reproduction Rubber Components to Original Specifications’
jeffalanhunter@aol.com
A NORMAN

A VILAR

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