segunda-feira, 18 de março de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Projeto Fixed Gear 'ANIMA LUPI' - parte 5 - A Forqueta
Tentei neste projeto, fazer coincidir a forqueta com o selim.
Depois de pintar a forqueta è mesma cor do selim, coloquei uns autocolantes a imitar o padrão do mesmo.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Clássicos Que Passaram Pela Garagem, IWL SR59 BERLIN
IWL SR59 Berlin, scooter da Ex-Alemanha de Leste.
Outra que passou pela minha garagem, algures em 2009.
Esta história, acho que merece ser contada, quanto mais não seja, por ser
caricata.
A IWL é uma das scooters mais bonitas e interessantes que andam por aí e nas minhas pesquisas consegui o contacto de um particular que tinha uma para vender, ali para os lados de Torres Vedras. Este passo foi uma tragédia porque o processo correu bastante mal. Foi um negócio com contornos patéticos e incríveis, tive a IWL durante algumas semanas até o negócio ser desfeito e o anterior dono a vir buscar.
Após os óbvios contactos iniciais, foi-me prometido que a scooter estava completa, a funcionar e com documentação suficiente para se poder legalizar (era de matricula alemã). Quando a fui buscar a Torres Vedras, o cenário com que me deparei era bem diferente. Não funcionava e estava incompleta. Aliás, o vendedor nem se deu ao trabalho de antecipadamente tentar por a scooter a funcionar e de procurar as peças que faltavam. Fez tudo no dia da venda e sem qualquer resultado positivo porque a mota nunca "pegou" e as peças não apareceram. Mais, só nesse momento também se dedicou a procurar os documentos.
Após algum compasso de espera pelos documentos, os mesmos acabam por me ser facultados, mas, por culpa minha, não os verifiquei convenientemente. Apesar da desilusão por a mota estar incompleta e sem trabalhar, arrisco mesmo assim a levá-la para casa. Só no dia seguinte, já em casa e a analisar a documentação para proceder à legalização, é que me apercebo que a papelada que tinha era de uma Durkopp Diana e não desta IWL. Senti-me completamente enganado, mandei umas cara#had%s para o ar como primeira reação, e como segunda, foi mandar anular o cheque que tinha passo.
A minha sorte no meio disto, é que tinha pago uma parte em dinheiro e o grosso do "bolo" em cheque. Como a transação foi feita no sábado, na segunda de manhã já estava a anular o cheque. Só depois contactei com o vendedor a explicar que a documentação estava errada e que o restante pagamento estava anulado até ter os papéis corretos.
O que acontece a seguir, depois de muitas chamadas telefónicas e muito bate-boca é que os documentos corretos nunca são encontrados e o vendedor acaba por se deslocar a Braga diversas semanas depois para recolher a mota e devolver o montante pago por mim. Sempre, é preciso dizê-lo, sob ameaça de processo legal.
É preciso também dizer que, o vendedor teve sempre mais do que tempo de por a mota a trabalhar, de procurar as peças e a documentação necessária, o esforço minimo que qualquer pessoa deveria fazer quando quer realizar um negócio. Entre o primeiro contacto e o dia da realização do negócio passou mais do que tempo suficiente. Se não fez o necessário, foi por falta de brio, e se esta falta de brio é assim na sua vida particular, não quero imaginar como será na vida profissional! Este tipo de leviandade deu-me diversos prejuízos, no gasóleo gasto entre Braga e Torres Vedras, nas portagens, nas chamadas telefónicas, no tempo gasto desnecessariamente, numa ida ao banco, etc, etc.
Aprendi diversas coisas com este caso. Primeiro, que a vida está cheia de gente com falta de educação, muito centrada no seu umbigo, sem se importar se o seu precurso na vida afeta A, B ou C, em que o primeiro item da sua lista de afazeres diário é; ‘LIXAR O PRÓXIMO’. Em segundo, aprendi a verificar tudo, absolutamente tudo antes de concretizar um negócio.
Serve de exemplo.
Já este exemplar da IWL, não chegou a passar pela minha
garagem, mas, esteve quase! Tinha sido restaurada e estava em bom estado à
exceção de um qualquer problema elétrico. Estava a leilão no ebay e fui o
vencedor do mesmo, só que, o vendedor antes de a enviar por transportadora quis
arranjar o tal problema elétrico, e, nesse entretanto, foram algumas semanas, e nunca mais respondeu aos
meus email ou mensagens. Foi pena, estava em bastante bom estado e a bom preço.
A diferença aqui em relação ao negócio anterior é que não tive prejuízo algum.
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Clássicos Que Passaram Pela Garagem, Harley Davidson
Como adepto de customs, não seria de estranhar que o alvo a conquistar fosse uma
Harley Davidson. E assim foi, depois da Virago, e numa boa oportunidade, adquiri uma HD FXSTC Softail
Custom de 1340cc usada mas em óptimo estado e com alguns extras. Foi o realizar
de um sonho (adquirida na década de 90), e de certa forma, pensei que seria o
culminar da minha relação com as motas. Mas não foi. Ao fim de alguns anos, e
por motivos que não interessa referir, vendi-a. Partiu-me a alma, e ainda hoje
me doi pensar nisso. Tentei por um ponto final na minha vida de motociclista,
vendi-a com a intenção de nunca mais vir a ter motas.
É óbvio que, não consegui!
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Trator e Reboque para trabalhos Florestais, miniatura da Siku
Artigo: Tractor with Forestry Trailer
Série: Siku Super 'Agriculture'
Fabricante:
Siku
Material:
Plástico/Metal
Escala: 1:??
Ano: 2012 (desde 2008)
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Miniaturas Carros,
Siku
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Clássicos Que Passaram Pela Garagem, Yamaha Virago 250cm3
Depois de tirar a carta de moto, andei uns tempos com uma Yamaha dtlc 125 YPVS
emprestada, uma grande máquina que me deixou saudades. Quando tive que devolver
essa mota, optei pela compra de uma Yamaha Virago 250. Como era adepto de
Customs pareceu-me a entrada mais acessível a este universo. Foi uma boa compra
e em nada me arrependo. Usei, desfrutei e vendi para comprar a mota "dos meus sonhos". (no próximo post)
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Yamaha Virago 250
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Clássicos Que Passaram Pela Garagem, Suzuki DR BIG 50
A minha primeira motocicleta, a Suzuki DR Big 50, era uma porcaria mas com muito
bom aspecto. Fabricada na vizinha Espanha, tinha uma motorização fraquinha e com
muita vibração. Adquiri-a na década de 90 (não sei precisamente quando) e serviu
como iniciação. Vendi-a.
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Suzuki DR 50 BIG
VW Beetle com Caravana, miniatura da Siku
Artigo: VW Beetle com Caravana
Série: Camping & Leisure (1629)
Fabricante: Siku
Material:
Plástico/Metal
Escala: 1:??
Ano: 2012 (desde 2002)
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Miniaturas Carros,
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Vw Beetle
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Retroescavadora JCB, miniatura da Joal
Encontrar miniaturas de veículos de trabalho não é propriamente muito comum. Na maioria das vezes, quando surgem, são totalmente em plástico e normalmente fabricados na China e de fraca qualidade.
Esta retroescavadora JCB 217S, é exatamente o oposto disto, é fabricada por uma empresa Espanhola, a JOAL, com mais de 50 anos no ramo e é maioritariamente executada em liga de metal. Além disso, é super articulada e de construção bastante sólida.
Artigo: JCB 217S
Série: n/d
Fabricante: JOAL
Material:
Plástico/Metal
Escala: 1:35
Ano: ??
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